como comprar seu primeiro instrumento- parte 3.
Para um iniciante, uma pessoa
que nunca teve contato direto algum com um violão em particular, hoje, é muito
difícil, parece ser uma coisa simples, entrar e comprar um instrumento, é uma
coisa que se deve ter uma base até mesmo antes de iniciar saber . e como, buscando informações, eu oriento sempre
começar pelo nylon como dito, em casos raros comprar um aço já com certa
habilidade , força e mínima destreza
Para que sofra menos, e use prazerosamente.
Um violão por mais simples e
barato que seja apresentado de qualquer marca, deve apresentar estes fatores
sobre sua anatomia, que é o mais importante para o processo de estudo, técnica,
timbre, e até beleza são secundários, acredite, é preferível um violão feio mal
acabado mas afinado e confortável do que uma coisa bonita sem possibilidade de
uso.
A observação é um ato
cientifico... leia de novo !
O braço, é vital ter um braço
ajustável, corrigível, adaptável, e uma vez essa peça estar bem assentada ao
tróculo e ângulo correto ao corpo e cavalete, ganhamos na loteria!
É preciso se sensibilizar a
ver, aprender a identificar estes detalhes, perceber alteração, a olho nu ou
régua,
Linha, não importa cada um
busca o êxito com o que dispõe.
O braço está côncavo ou
convexo? Existe torção, empeno,
apresenta firmeza e estabilidade antes de ajustes preparatórios? A pestana está
organizada, limpa, o molde dela, e o material, a pestana está alinhada
harmonicamente com a escala? As tarraxas
atendem ao comando de giro sem folgas, estão duras para a sua mão que não é de
força? As cordas estão elegantemente amarradas em laços com poucas voltas no
poste das tarraxas? E sua direção nelas?
Consegue ver isso? Os trastes a
cor deles, eles estão com rebarbas, estão bem assentados as bordas, e nos meios
da escala, bem prensados, o formato,
altura , amassados , riscos, verniz, são observados facilmente se procurar, ao passar a mão sente alguma ponta mais
agressiva?
O braço deve possuir tensor
de dupla ação, se existir teste com chave 4 mm geralmente vem com o
instrumento, insira a chave na bala do tensor e force cautelosamente para os
dois lados certifique-se disso.
Qual a largura do violão, a
profundidade das laterais, como o braço está assentado até a boca, na região do
primeiro travessão, sob o traste 19 ou 20, existe alguma anomalia nesta região
aguda do instrumento? Um cedimento, um flechamento? No tampo como está o cavalete?
Limpo, colado com clareza de acabamento? Existe vestígio de fixadores como mini
cavilhas sob acabamento de marcação, ou parafusos ocultos? Possui um ângulo?
Está nivelado á escala? ou o mais próximo de seu raio ? Se olhar do headstock buscando ver o horizonte do fim
da escala perceberá que o horizonte do traste deve acompanhar o raio e nivel da
base do cavalete este é o perfeito, o ideal, acredite posso provar. Todos
precisam ser retificados e usinados para este cenário e condição quando o tampo
não necessita e oferece planicidade na área de cavalete sem arguir o tampo,
estufar, baular, sim não precisa estar reto completamente, pois alguns projetos
trazem um abaulamento preciso para gerar um fluxo e influxo de ar na litragem
da caixa acústica para que se tenha um giro de ar promovido pela película
vibratória de maior dimensão e transmissão perceptível de tudo que vibra, mesmo
com cutaway, no entanto é um projeto, e este projeto nunca fere a natureza
objetiva de ajuste, explico: regulagem é aproximação, ajuste é a organização
fina para tocabilidade em particular e pessoal. Regulagem não é ajuste fino, regulagem é de
fato a meu ver uma aceitação da plataforma e o que ela entrega, mas, é na
regulagem que se projeta um ajuste fino perante a natureza máxima de cada
instrumento.
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