como comprar seu primeiro instrumento- parte 4 .
Uma vez identificado estes
poucos fatores podemos nos atentar, sobre cor, modelo, marca, preço, som,
timbre, acústico ou eletroacústico, qual a qualidade e seleção de madeiras se
estiver neste nível de exigência e paladar sonoro, claro! Porque não? Coisa
mais complexa para o leigo é certificar se seu instrumento afina, óbvio que o vendedor vai pegar um afinador
puxar as cordas nas notas devidas e afirmar sorridente que seu instrumento está
afinado perfeitamente, memorize este perfeitamente , será frustrado mais a
frente.
O gosto pessoal sempre vai
ditar a cor, o que agente assiste influencia no modelo, som, porém, isso deve
ser tratado a parte, marcas? Eis o inicio do fim, citar, traduzir marcas
envolve palavras cautelosas para não agredir egos, vaidades nos chiliques
apresentados pelas mentes ginasiais, que de certo modo quase doentes desejam a
todo custo comparar, e toda comparação é burra, efeito clássico, e premeditado,
oferecido e doutrinado para o publico em geral e claro a opinião de uma
sociedade musical formada de técnicos que reproduzem o que ouve e assiste na
internet, experiência empírica e exames com testes imparciais, nem é possível
se realizar com a velocidade apresentada, logo, é ilusão e engano, mas afaga
mentes carentes por respostas a fim de satisfazer sua opinião, que lógico será
usada como base cientifica para determinar o que é bom para o outro. E os
cartéis perderam força a partir da abertura de conhecimento eu vi isso, assisti
isso de perto, por ter trabalhado de 1 ano, 4 anos, 5anos, 11anos, 14 anos 16
anos para marcas e seus grupos, contratos e uns que não existiram, mas ajudaram
marcas sem escrúpulo algum, sem postura alguma sob o código consumidor, afirmo
quando a sociedade musical parar , de ser instruída por formadores de opinião
que fomentam e induzem o mercado a troco de alguns metais e camisetas ,
instrumento a preço de custo, e usarem da honestidade , transmitir mais do que
o patético termo “ diferenciado” que elogia e adjetiva sem especificar
qualidade alguma , e as pessoas que se dizem interessadas , realmente absorver
informações justas, o desenvolvimento se dará mais rápido e o nivel técnico,
tecnológico, e lógico preços , serão mais justos , mesmo no brasil que foi
feito para dar errado em comércio interno.
Temos marcas nacionais
centenárias como Giannini, Digeorgio, marcas pós 1975 como tonante Phelpa,
Jennifer, após 1980, e uma importação de ciência e tecnologia, cultura de
construção, demos um passo promissor, e na abertura de importação citada no
prefácio, podemos dizer que após o ano 2000 tivemos uma eclosão de recursos, e
marcas, sistemas, modelo de ideias de mercado para atender uma demanda agora
meio sem norte, a meu ver claro, uma ótica pessoal, é quase impossível citar
uma marca fora das gigantes que ainda entregam instrumentos celestiais, uma
dedicação a honra de sua missão de servir o mundo com o que há de melhor, e por
outro lado, o seguimento de entrada , que é o maior nicho, instrumentos de
entrada ditos e colocados nas prateleiras como instrumentos de iniciantes, erro
crasso, espero viver para ver isso ser alterado, revisado e alterado, explico
mais a frente, o maior nicho é obrigado a escalonar produção, na china, índia,
entre outros países asiáticos de alta performance e cultura de inspeção
invejável, como Taiwan, indonésia, coreia do sul, China em padrões A, Vietnam e
seus pares. De toda forma hoje nas lojas Brasileiras, vamos encontrar de tudo,
quase de tudo no mundo, cito na lista de forma aleatória, mas prometo resenhar
sobre o que é honesto a beneficio custo, obvio enumerar por tradição
cronológica a supremacia de engenharia e claro os fatores que levam a essas
reflexões. Seria interessante organizar nos cursos, palestras e encontros
específicos as marcas por instrumento, por seguimento, tradição de modelo e
características timbrais, gerando um menu, um portfólio amplo simplificando a
complexidade se é que é possível .
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